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Economia Auxílio emergencial

Quem quer mais é só ir no banco e fazer empréstimo, diz Bolsonaro sobre auxílio emergencial

Presidente rebateu críticas sobre valor do programa e ressaltou que ele é custeado com base no endividamento do governo

01/06/2021 19h50
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Por: Jomar Medeiros Fonte: O Globo
O presidente Jair Bolsonaro participa de evento no Palácio do Planalto Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo
O presidente Jair Bolsonaro participa de evento no Palácio do Planalto Foto: Pablo Jacob/Agência O Globo

O presidente Jair Bolsonaro rebateu nesta terça-feira críticas sobre o valor do auxílio emergencial, dizendo que quem quer receber um valor maior deveria "ir no banco e fazer um empréstimo". Bolsonaro ressaltou que o programa é custeado com base no endividamento do governo.

 Qual país do mundo fez um projeto igual ao nosso, num momento de crise, que foi o auxílio emergencial? Nós gastamos em 2020 com o auxílio emergencial o equivalente a dez anos de Bolsa Família. E tem gente criticando ainda, falando que quer mais. Como é endividamento por parte do governo, quem quer mais é só ir no banco e fazer empréstimo — disse o presidente, em conversa com apoiadores no Palácio da Alvorada.

No ano passado, foram pagas nove parcelas do auxílio emergencial, entre abril e dezembro, sendo cinco de R$ 600 e quatro de R$ 300. Após três meses de suspensão, o programa voltou a ser pago neste mês. Está previsto o pagamento de quatro parcelas, que podem variar de R$ 150 a R$ 375 por mês.

Bolsonaro disse saber da "situação difícil" da população, mas voltou a responsabilizar governadores e prefeitos pelo aumento do desemprego. O presidente é contrário às medidas restritivas tomadas para diminuir a circulação da Covid-19.

Sabemos da situação difícil que se encontra a população, que perdeu o emprego. Não foi por culpa do presidente. Eu não mandei ninguém ficar em casa, não obriguei, não fechei comércio e por consequência não destruí emprego. Quem fez isso aí foi de forma irresponsável.

Com o alto preço do gás, Simone, de 49 anos, é obrigada a retroceder à lenha para cozinhar no quintal de casa Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Vitória dos Santos Macedo, de 21 anos, era ambulante na praia. Com a pandemia, deixou de trabalhar. Vivendo com o marido no Vale dos Eucaliptos, em Senador de Vasconcelos, Zona Oeste do Rio, a casa deles não tem água encanada, nem fogão, nem geladeira Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Simone Souza Bernardes, 49 anos. Ela e os filhos, Aline, 6 anos, Marcos e Naiara, de 15, vivem na zona rural de Nova Iguaçu, Baixada Fluminense Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Dados mostram que, com impacto da queda de renda durante a pandemia, 14% dos brasileiros que não eram considerados pobres em 2019 estão nesta situação em 2021 Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

No caixote onde Simone está sentada, estão guardados os poucos mantimentos que se tem para a família, um pouco de farinha e feijão Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

A pequena Aline come as migalhas de um bolo Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

Casal Gustavo Moura e Naomi da Silva, no quartinho onde vivem no Jardim dos Eucaliptos, em Senador Vasconcellos. Eles estão sem trabalhar e esperam o primeiro filho Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo

 

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