Quinta, 22 de Abril de 2021
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Especiais Dívida do Pedágio

Requião Filho cobra Agepar sobre dívida do pedágio

Revisão em cálculos apontou que algumas concessionárias receberam a mais por obras que não realizaram.

30/03/2021 19h05
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Por: Jomar Medeiros Fonte: Gabinete Requião Filho
Da assessoria
Da assessoria

Próximas de encerrar os contratos de concessão, algumas empresas responsáveis por praças de pedágio no Paraná foram alvo de um estudo técnico, em 2020, encomendado pela Agepar. O levantamento apontou o recebimento de uma porcentagem, embutida nas tarifas, por obras de duplicação que nunca foram realizadas. É a Taxa Interna de Retorno (TIR), referente ao que os engenheiros chamam de “degrau de pista dupla”, um termo técnico relacionado ao nivelamento de alguns trechos que deveriam ter sido duplicados.

O Deputado Requião Filho protocolou um pedido de informações no ano passado para ter acesso aos relatórios, que indicaram os valores recebidos de TIR, mas não estavam calculados e nem eram conclusivos. Agora, o estudo foi concluído e já está nas mãos da Agepar, que ainda não divulgou o cálculo final e nem o que fará a respeito. Por isso, o parlamentar protocolou um ofício esta semana para cobrar uma resposta da agência reguladora do serviço.

“Na resposta oficial que recebemos do DER, eles reconhecem esse recebimento a mais pelas pedageiras, contudo, o documento informa que cabe à Agepar a adoção das providências necessárias. O que estão esperando para tomar uma atitude? Terminar os contratos pra cobrar depois? Ao que tudo indica, poderiam abrir as cancelas desses trechos de pedágio até o fim que, nem assim, cobririam o montante que elas receberam a mais”, relatou.

A Agepar afirmou, na época, que tomaria as medidas necessárias, nem que para isso, fosse necessário diminuir o valor cobrado nessas praças de pedágio.

“Agora queremos saber o que a Agepar pode fazer a respeito e se esses valores também serão devolvidos ao Estado do Paraná antes do encerramento dos contratos?”, questiona Requião Filho.

No documento protocolado ao presidente da Agepar, Reinold Stephanes, o deputado questiona o que está sendo feito para averiguação dos responsáveis e eventuais consequências. O prazo para resposta é de 30 dias.

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