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Quatiguá deve sediar nova praça de pedágio na PR-092

Jacarezinho continua com duas praças, mas com preços reduzidos; pedágio na BR-153 ainda não foi divulgado

04/02/2021 11h58
Por: Jomar Medeiros
Fonte: TRIBUNA DO VALE (redação)
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Da Redação
Da Redação

Em novembro de 2021 chega ao fim a vigência dos contratos de concessão das rodovias que atravessam o Paraná. Com isso, os governos estadual e federal preparam nova proposta que foi divulgada esta semana, mas cujos detalhes ainda não são totalmente esclarecidos. No Norte Pioneiro, por exemplo, fala-se na manutenção das duas praças existentes em Jacarezinho e mais uma que, provavelmente, será instalada em Quatiguá.

Outra incógnita ainda é a localização da praça de cobrança na BR-153, entre Santo Antônio da Platina e Ibaiti. Sua privatização, no entanto, está incluída no estudo apresentado esta semana em Curitiba.
A Tribuna do Vale teve acesso á um desenho elaborado sobre um mapa da região onde aparecem duas praças de pedágio em Jacarezinho, as mesmas atuais, e uma em Quatiguá com os supostos preços que serão cobrados.

No traçado da BR-369, a praça de pedágio de Jataizinho, que atualmente tem tarifa de R$ 26,40, estima-se que no novo contrato de concessão a cobrança cairia para R$ 9,89. Na mesma rodovia, em Jacarezinho, a tarifa cairia dos atual R$ 24,40, para R$ 8,40 no novo contrato.

A outra praça de Jacarezinho, na Ponte Velha, que atualmente cobra a mesma tarifa atual de R$ 24,40, o preço cairia para R$ 7,27. É provável que, sob nova concessão, uma nova praça seja construída na BR-153, desativando-se a atual, reconhecidamente deficitária.

A hipotética praça de Quatiguá, a tarifa projetada é de R$ 7,31. Pelo menos até agora, a previsão é de que a próxima parada de cobrança de tarifa seja na atual praça de Jaguariaíva, que passaria dos atuais R$ 8,10, para R$ 5,60.

Vigilância

Créditos : Anônio de Picolli

A formatação do modelo a ser adotado nas futuras concessões a serem licitadas para a iniciativa privada no ano que vem sendo acompanhado de perto por entidades representativas da sociedade civil, para que não se repitam os problemas ocorridos ao longo dos contratos firmados na década de 1990.

Após mais de 20 anos de um pedágio a preços altos, além de mudanças nos contratos que permitiram o adiamento e exclusão de obras previstas, os governos estadual e federal prometem concessões mais transparentes, priorizando menor tarifa e mais investimento em obras.

“Os pontos principais são a redução considerável das tarifas de pedágio cobradas hoje, a realização de obras de modernização das estradas nos primeiros anos do contrato e o leilão dos lotes realizado na

Bolsa de Valores, para atrair mais ofertas e garantir transparência. Estão sendo estudadas implementações novas em todas as regiões do Estado e um modelo de licitação que contemple obras fundamentais para o setor produtivo e a segurança dos usuários, além de desonerar os bolsos dos paranaenses”, assinala o secretário-chefe da Casa Civil, Guto Silva.

O projeto para as novas concessões das estradas paranaenses está sob a gestão do governo federal, junto à administração estadual. O trabalho, incluindo estudos de levantamento da malha rodoviária e elaboração da nova modelagem, está a cargo da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), estatal da

União, em parceria com o Internacional Finance Corporation (IFC), braço de investimentos do Banco Mundial no setor privado. O investimento para o desenvolvimento do projeto é de R$ 60 milhões.
“Desde o ano passado, nós estamos debruçados sobre esse novo momento do pedágio do Paraná.

Os paranaenses sofreram muito ao longo das últimas décadas, e não vamos repetir os erros. Então, o intuito é fazer o melhor, principalmente para o usuário”, destaca o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.

Novas concessões, mais investimentos

O novo modelo abrange cerca de 3,8 mil quilômetros de estradas pedagiadas, 1,3 mil quilômetros a mais do que o atual “Ramal da Integração”.

Além das principais estradas atualmente pedagiadas, como BR-277, BR-369, BR-376 e BR-373, as novas concessões vão incluir trechos nas rodovias BR-153, ligando o Norte Pioneiro aos Campos Gerais, BR-163, na região Oeste, PR-323, no Noroeste, PR-280, no Sudoeste, PR-092, no Norte Pioneiro, e PR-445, no Norte. O projeto também inclui trechos menores, como os contornos de Londrina, Ponta Grossa e Cascavel.
O novo traçado do Anel de Integração incorpora ao desenho original importantes trechos de rodovias estaduais, como a PR-323 e a PR-280, estabelecendo elos de Guaíra a Maringá e a União da Vitória. No Norte Pioneiro, a PR-092 vai estruturar uma ligação entre a BR-153 e a PR-151, passando por Jaguariaíva. A PR-445, na região Norte, foi adicionada por último à nova proposta e vai ligar Mauá da Serra a Londrina.

Já em relação às rodovias federais, os novos trechos que serão concessionados abrangem parte da região Norte do Estado que compreende a BR-153, conhecida como Transbrasiliana, e a BR-163, no Oeste. A duplicação de toda a extensão paranaense da BR-277 foi colocada como uma das prioridades pelo governo estadual.

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